Vida Verde Mata Atlântica


PRÓXIMO DOMINGO

DIA 05/06/2005

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

DIA DA ECOLOGIA

 



- Postado por: Anderson Thomaz às 22h48
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CBH/LN prossegue com atividades em homenagem ao Dia do Meio Ambiente

Litoral Norte  - O CBH-LN (Comitê de Bacias Hidrográficas do Litoral Norte) prossegue os eventos em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente – 5 de junho. As várias atividades serão realizadas até o começo de julho. O objetivo é promover lazer, esporte, cultura e reflexão para incentivar a preservação da natureza. Veja as próximas programações:
Exposição de artesanato - Artesãos do Litoral Norte expõem trabalhos feitos com material reciclável.
Ubatuba: Centro de Informações Turísticas, até 4 de julho, das 8 às 18h.
Reflorestando
O objetivo é identificar praias e rios que estejam degradados, saber a causa e organizar mutirões de plantio de jundu, mata ciliar e de espécies dos mangues, envolvendo as comunidades organizadas dos bairros, escolas, escoteiros, Defesa Civil, etc, com apoio de todos os interessados.
Ilhabela: Praça Anacleto José de Souza, na Praia de Santa Teresa, Praia Garapocaia/ Pedra do Sino, domingo, dia 13, das 9 às 11h.
Caminhadas, Águas e Trilhas. Esta atividade tem por objetivo levar os moradores e visitantes do Litoral Norte às principais trilhas dos Parques, cercadas por riachos e pela exuberante Mata Atlântica.
São Sebastião: Hoje, Trilha da Praia Brava. Agendamento: (12) 3892-1808, 3863-1707/3892-2620/4806. Trilha da Cachoeira do Itu - Agendamento: (12) 3882-3166.
Exposição de fotos: Natureza e Cultura
Mostra sobre imagens que retratam a natureza e o povo do Litoral Norte.
Caraguatatuba: Dias 14 a 19, no Caraguá Praia Shopping, Centro, das 10 às 22h. (Fonte: Imprensa Livre)
Fonte: http://www.litoralvirtual.com.br

- Postado por: Anderson Thomaz às 22h41
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Alemanha doa R$ 70 milhões para a Mata Atlântica

O Ministério do Meio Ambiente concretizou no último dia 27/06, Dia Nacional da Mata Atlântica, mais acordos para a recuperação e a preservação do bioma que se estende por 17 estados do Brasil. Durante cerimônia no Palácio do Planalto (foto), com a presença do presidente da República em Exercício, José Alencar, foi assinado um contrato de doação a fundo perdido de 17,6 milhões de Euros (quase R$ 70 milhões) do Banco Alemão de Crédito para Reconstrução (KfW-Group) para os Projetos Demonstrativos na Mata Atlântica (PDA), coordenados pelo MMA. A contrapartida do governo brasileiro será de 3 milhões de Euros.

Os recursos serão internalizados pelo Banco do Brasil, geridos pelo Núcleo da Mata Atlântica do MMA e servirão para: criação de áreas de preservação e de corredores ecológicos; elaboração de planos de manejo; recuperação de matas; desenvolver o ecoturismo; e para implementar um programa de mapeamento por satélite da Mata Atlântica. As ações serão executadas prioritariamente por organizações não-governamentais. "Estamos mais do que sinalizando, estamos agindo pela preservação da Mata Atlântica com a ajuda de parceiros internos e externos, como o Governo Alemão", disse a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.

A ministra salientou, ainda, que espera para breve a aprovação do PL da Mata Atlântica no Senado. O texto tramitou durante 11 anos na Câmara dos Deputados e, nesse período, segundo a ministra, foram desmatados um milhão de hectares. "Não podemos mais esperar", disse.
O presidente da República em exercício lembrou que a Mata Atlântica, apesar de reduzida a menos de 8% de sua área original, ainda desempenha papel importante no país. De acordo com José Alencar, a floresta é um dos biomas mais ricos em diversidade biológica do mundo, sendo responsável pela regulação do clima e pelo fornecimento de água para muitas metrópoles, além de ser na sua área de abrangência que 70% do PIB nacional é gerado. 'É urgente a recuperação e a conservação da Mata Atlântica", disse.

A coordenadora da Rede de ONGs da Mata Atlântica, Miriam Prochnow, entregou mudas de pau-brasil a José Alencar, à Marina Silva e a Dietmar Wenz, diretor do KfW-Group no Brasil, pedindo apoio de todos pela aprovação do PL da Mata Atlântica no Senado. Segundo a ambientalista, "o governo está conseguindo superar antigas dificuldades em relação ao bioma com a concretização de acordos que há muito tempo vinham sendo trabalhados e aguardados".

Também foi anunciado o início das atividades do Projeto Mata Atlântica, que conta com a cooperação da Organização das Naçrceiros internos e externos, como o Governo Alemão", disse a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.

A ministra salientou, ainda, que espera para breve a aprovação do PL da Mata Atlântica no Senado. O texto tramitou durante 11 anos na Câmara dos Deputados e, nesse período, segundo a ministra, foram desmatados um milhão de hectares. "Não podemos mais esperar", disse.
O presidente da República em exercício lembrou que a Mata Atlântica, apesar de reduzida a menos de 8% de sua área original, ainda desempenha papel importante no país. De acordo com José Alencar, a floresta é um dos biomas mais ricos em diversidade biológica do mundo, sendo responsável pela regulação do clima e pelo fornecimento de água para muitas metrópoles, além de ser na sua área de abrangência que 70% do PIB nacional é gerado. 'É urgente a recuperação e a conservação da Mata Atlântica", disse.

A coordenadora da Rede de ONGs da Mata Atlântica, Miriam Prochnow, entregou mudas de pau-brasil a José Alencar, à Marina Silva e a Dietmar Wenz, diretor do KfW-Group no Brasil, pedindo apoio de todos pela aprovação do PL da Mata Atlântica no Senado. Segundo a ambientalista, "o governo está conseguindo superar antigas dificuldades em relação ao bioma com a concretização de acordos que há muito tempo vinham sendo trabalhados e aguardados".

Também foi anunciado o início das atividades do Projeto Mata Atlântica, que conta com a cooperação da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), com US$ 800 mil do PPG7 e com US$ 80 mil em contrapartida do Ministério do Meio Ambiente. O Projeto apoiará ações de planejamento, implementação e acompanhamento de políticas para a Mata Atlântica. O secretário de Biodiversidade e Florestas do MMA, João Paulo Capobianco, informou ainda sobre um novo edital do FNMA (Fundo Nacional do Meio Ambiente) voltado a estados e municípios para que desenvolvam projetos de recuperação e conservação da Mata Atlântica.

Também acompanharam a cerimônia o representante da FAO no Brasil, José Tubino, o presidente do Ibama, Marcus Barros, o vice-presidente do Banco do Brasil, Ricardo Conceição, além de parlamentares e membros de organizações não-governamentais.

Lugar: Brasília
Fonte: Ministério do Meio Ambiente
Data da Notícia: 31/05/2004

 



- Postado por: Anderson Thomaz às 22h36
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VIDA VERDE MATA ATLÂNTICA

 

“ Se você não despertou um dia no meio da mata, se não ouviu banda de pios entre árvores gigantes, se nunca viu uma frágil esperança, se não sentiu aqueles cheiros deliciosos que só tem por lá, nem se assustou com vozes sem fim de bichos de todos os tamanhos, e se você ainda não prestou atenção em sapo e sabiá comendo minhocas, talvez demore um pouco a sacar como funciona um ecossistema, ao vivo.

Eis um pequeno conselho: entre pelas trilhas e textos da Mata Atlântica e comece a descobrir com seus amigos um mundo de coisas bonitas e diferentes. Explore, descubra, as maravilhas de nossa Mata Atlântica, porém, lembre-se: tenha atitudes ecologicamente corretas, agindo de modo consciente.”

 

Profº Tony Thomaz



- Postado por: Anderson Thomaz às 22h06
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UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL

 

“ O homem não teceu a rede da vida, é apenas um dos fios dela. O que quer que ele faça à rede, fará a si mesmo.” (Trecho da Carta do Chefe Seatle)

 

A humanidade, em nome do desenvolvimento e do progresso, acabou destruindo o equilíbrio da natureza. O homem vem eliminando a existência de plantas e animais há mais de cinco séculos, causando graves danos à natureza e, conseqüentemente, a si mesmo.

Contudo, cada vez mais estamos ouvindo falar e descobrindo uma nova consciência. Conceber uma sociedade como luta competitiva pela vida e acreditar no processo ilimitado a ser alcançado à custa do domínio da natureza pelo homem não faz mais sentido. Pensamento ecológico, educação ambiental são conceitos que qualificam as preocupações dos adultos e crianças do mundo de hoje.

A experiência da própria vida e a observação dos acontecimentos que nos rodeiam procuram uma nova visão de mundo, uma nova forma de pensar. O universo está deixando de ser visto como uma máquina composta de muitas partes para ser compreendido como um todo harmonioso. Uma nova energia está surgindo, está havendo mudança dos valores, atitudes e estilo de vida.

Cuidar da natureza é tarefa de todos nós. De forma criativa, a cada dia, precisamos agir a fim de promover o equilíbrio entre necessidades humanas e necessidades das plantas e animais.

Parabéns e um muito obrigado a todos que lutam pelo bem da natureza.

 

Profº Tony Thomaz



- Postado por: Anderson Thomaz às 22h04
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DIA NACIONAL DA MATA ATLÂNTICA

COMEMORAR?

 

            

                                   

OU LAMENTAR????



- Postado por: Anderson Thomaz às 22h23
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POR QUE NÃO VIAJAR DE BICICLETA???

A pergunta que estamos acostumados a ouvir quando chegamos a algum lugar de bicicleta é: `Por que vocês vieram de bicicleta?`. Alguns acham que é porque não temos carro, outros acham que é porque somos loucos mesmo.

Geralmente explicamos todas as vantagens de se viajar assim, de como se conhece melhor os lugares, de como se sente o ar, o frio, o calor, de como as pessoas se aproximam de nós curiosas para saber por que diabos estamos viajando em cima de bicicletas... E assim conhecemos mais pessoas, conhecemos melhor as culturas, e além de conhecer tudo isso, ainda podemos deixar um pouquinho de nós também com essas pessoas, porque elas estão abertas para isso. A bicicleta facilita essa abertura.

Mas talvez ao invés de responder tudo isso, talvez a resposta pudesse ser com outra pergunta:
`Por que não viajar de bicicleta?`.

- Bicicleta cansa!
- Cansa, mas depois você descansa. Ué!
- Mas não é perigoso?
- Não! é só você escolher os lugares por onde vai pedalar. Aí é seguro.
- Mas eu não agüento!
- Agüenta! É só treinar um pouco. Quando você tiver preparo para pedalar uns 50 ou 60km de uma vez já pode pensar em começar a planejar sua viagem. E isso você consegue em poucos meses.
- Mas a minha bicicleta é simples.
- Comece com ela. Muitas pessoas percorrem o país com bicicletas compradas em supermercado.
- Mas eu não abro mão do conforto no fim do dia.
- É só planejar o roteiro que você vai ter todo o conforto que quiser.

Talvez o maior impedimento para alguém fazer uma viagem de bicicleta seja o fato de nunca ter feito uma viagem de bicicleta antes. Tanta gente treina na estrada, pedala às vezes 100km num dia, por que não aproveita pra dormir na cidade vizinha e depois na próxima e quem sabe na outra?

Ninguém precisa começar, saindo todo equipado cheio de alforjes e sacolas, equipamento de camping, comida e tudo mais. O segredo é começar naturalmente, escolher um percurso conhecido, com uma distância que se está acostumado, e com um ponto de apoio seguro no final do dia. Depois a coisa se desenvolve sem a gente perceber. Quando a gente vê já está aí pelo mundo dando explicações de por que viajar de bicicleta.



- Postado por: Anderson Thomaz às 02h38
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COM ESSA NATUREZA FICA FÁCIL DE MEDITAR....



- Postado por: Anderson Thomaz às 02h35
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APRESENTANDO......

DOCTOR SURFCRAZZY



- Postado por: Anderson Thomaz às 02h21
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FIQUE LIGADO

ONGs

Greenpeace divulga candidatos ao prêmio Motoserra de Ouro

O Greenpeace divulgou ontem (24/05) os seis candidatos ao prêmio Motosserra de Ouro, que será concedido à personalidade brasileira cujo talento, ação ou inação foram decisivos para os incríveis índices de desmatamento na Amazônia.

Entre 2003 e 2004, o desmatamento na região chegou a 26.130 quilômetros quadrados, o segundo maior da história – para orgulho daqueles que acham que esse negócio de floresta não tem o menor futuro.

O presidente Lula, os ministros José Dirceu, Antonio Palocci e Roberto Rodrigues, e os governadores Blairo Maggi (MT) e Simão Jatene (PA) foram indicados como os grandes patronos da destruição de uma área de floresta equivalente a mais de 8.600 campos de futebol por dia e estão na corrida pelo primeiro lugar. O vencedor do cobiçado prêmio – uma estatueta de legítima madeira ilegal – será conhecido no dia 6 de junho, durante a Semana do Meio Ambiente.

O prêmio Motosserra de Ouro será concedido em duas categorias: prêmio popular e de crítica. O prêmio popular será decidido no voto direto pela internet. Conheça o perfil dos candidatos e participe da votação no endereço: http://www.greenpeace.org.br/motosserra/.

A composição do júri para o prêmio de crítica, formado por jornalistas especializados, pesquisadores, representantes de ONGs e outros importantes formadores de opinião, será anunciada esta semana.



- Postado por: Anderson Thomaz às 02h15
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 Mata Atlântica

A Mata Atlântica ocupava originalmente uma área de 1,3 milhão de km² , cerca de 15% do território brasileiro, distribuídos por 17 Estados – Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte,Ceará e Piauí.

MAPA COM A ÁREA TOTAL E AREA REMANESCENTE - LATERAL

Desde o descobrimento do Brasil pelos europeus, os impactos dos diferentes ciclos de exploração e da alta densidade demográfica, entre outros fatores, fizeram com que sua vegetação natural fosse reduzida drasticamente.

Atualmente, está reduzida a 7,6% de sua extensão original, ou 99 mil km², em remanescentes altamente fragmentados e espalhados ao longo da costa brasileira, no sul de Goiás e do Mato Grosso do Sul e no interior das regiões Sul, Sudeste e Nordeste.

De acordo com o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica – projeto de monitoramento do bioma desenvolvido pela Fundação SOS Mata Atlântica, INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e parceiros –, foram destruídos entre 1985 e 1995 mais de 1 milhão de hectares de Mata Atlântica em dez Estados do bioma.

TABELA DOS REMANESCENTES DE MATA ATLÂNTICA POR ESTADO - LATERAL

Apesar da contínua destruição, a Mata Atlântica ainda abriga uma parcela significativa da diversidade biológica do Brasil, com elevado índice de endemismo, ou seja, espécies da fauna e da flora que só podem ser encontradas em determinado local.

A fauna, entre mamíferos, répteis, aves e anfíbios, totaliza 1.807 espécies, sendo 389 endêmicas. Das 202 espécies animais ameaçadas de extinção, 171 são da Mata Atlântica. Além disso, conta com mais de 20 mil plantas espécies de plantas, sendo 8 mil endêmicas.

Inúmeros são os benefícios, diretos e indiretos, que a Mata Atlântica proporciona aos mais de 100 milhões de brasileiros, em cerca de 3,4 mil municípios em seu domínio. Protege e regula o fluxo de mananciais hídricos, que abastecem cidades e as principais metrópoles do país, garante a fertilidade do solo,controla o clima local, preserva um patrimônio histórico e cultural de valor inestimável e garante a conservação de diversas comunidades indígenas, caiçaras, ribeirinhas e quilombolas.

A Mata Atlântica foi indicada como patrimônio nacional pela Constituição Federal de 1988 e reconhecida como a primeira reserva da biosfera do Brasil pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura) em 1991. Além disso, é um dos cinco mais importantes "hotspots" – áreas com pelo menos 1.500 plantas endêmicas e reduzida a 25% ou menos de sua vegetação original – do planeta, de acordo com estudo da ONG norte-americana Conservation International.



- Postado por: Anderson Thomaz às 01h51
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O Projeto de Preservação da Mata Atlântica

 

Desde 1995, o Núcleo Caraguatatuba vem recebendo recursos financeiros, veículos, equipamentos e outras formas de apoio do Projeto de Preservação da Mata Atlântica, PPMA.

A melhoria na infra-estrutura operacional e administrativa, o treinamento e capacitação dos técnicos, estão possibilitando melhorar a eficiência na fiscalização e no desenvolvimento dos programas de educação ambiental e ecoturismo.

O Projeto de Preservação da Mata Atlântica no Estado de São Paulo (PPMA) tem como principais objetivos a conservação e manejo sustentável da biodiversidade.

A estrutura do PPMA:

O Projeto de Preservação da Mata Atlântica no Estado de São Paulo está estruturado em 4 Componentes:

Fiscalização: Visa a fiscalização dos recursos naturais.
Consolidação das Unidades de Conservação: Visa a implantação das Unidades de Conservação (UCs), administradas pelo Instituto Florestal, que integram o PPMA
Apoio aos Componentes: Planeja as ações para a implantação das UCs através dos Planos de Gestão
Coordenação Geral e Consultoria: Gerencia e a articula geral do Projeto, de modo a viabilizar e acompanhar as ações, bem como aferir os resultados técnicos e financeiros.


As trilhas

 

São duas as trilhas (do Jequitibá e do Poção) do Núcleo Caraguatatuba do Parque Nacional da Serra do Mar.

A Trilha do Jequitibá, com pouco mais de 1 km, é fácil de ser percorrida. O visitante vai encontrar muitas espécies de árvores como jequitibás centenários, observar pássaros e entender um pouco como todos os elementos da floresta são importantes para a sobrevivência do conjunto. Depois de 15 minutos de caminhada, margeando o Ribeirão Santo Antonio, um mergulho nas águas claras de uma piscina natural é irresistível.

A Trilha do Poção leva o visitante ao interior da floresta, mata mais fechada onde é grande a diversidade de palmitos. Um dos símbolos mais ameaçados da Mata Atlântica, o palmito é fundamental no equilíbrio da floresta. Um pouco de sorte e o visitante vai ver algumas das inúmeras espécies de aves que se alimentam dos seus frutos, como tucanos e jacutingas. No final da trilha, uma piscina natural formada pelas águas do Ribeirão do Ouro aguarda o visitante. Com 3.500 metros, a trilha pode ser percorrida em três horas (ida e volta).



- Postado por: Anderson Thomaz às 01h19
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As belezas naturais do Parque Estadual da Serra do Mar

 

 Além das fontes de água pura, as matas do Núcleo são refúgio para uma fauna diversificada formada por macacos, antas, capivaras, catetos, jaguatiricas, pacas e até onças pintadas.

A avi-fauna é riquíssima. As sinfonias dos tangarás, saíras, pintassilgos, sabiás e companhia, podem ser ouvidos por todo o Núcleo e especialmente junto às trilhas de visitação.

Jequitibás, canelas, cedros, jatobás, ipês, guapuruvus e multicoloridos manacás-da-serra, são algumas das árvores que caracterizam a riqueza da floresta perene úmida de encosta.

Espalhada pela Serra do Mar e chegando até os picos mais altos, a floresta abriga e mantém inúmeras nascentes que formam os riachos e córregos de água pura que fazem parte de importantes bacias hidrográficas, como as dos rios Pardo, Guaxinduba e Claro.

As águas desses rios abastecem milhares de moradores e turistas no município de Caraguatatuba e parte do município de São Sebastião.

PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR 

CARAGUATATUBA - SÃO PAULO

Planejamento é fundamental:

Entre em contato prévio com a administração da área que você vai visitar para tomar conhecimento dos regulamentos e restrições existentes.

Informe-se sobre as condições climáticas do local e consulte a previsão do tempo antes de qualquer atividade em ambientes naturais.

Viaje em grupos pequenos de até 10 pessoas. Grupos menores se harmonizam melhor com a natureza e causam menos impacto.

Evite viajar para áreas mais populares durante feriados prolongados e férias.

Certifique-se de que você possui uma forma de acondicionar o seu lixo (sacos plásticos), para trazê-lo de volta.

Escolha as atividades que você vai realizar na sua visita conforme o seu condicionamento físico e seu nível de experiência.

Tenha certeza de que você dispõem do equipamento apropriado para cada situação. Leve sempre: lanterna, agasalho, capa de chuva e um estojo de primeiros socorros, alimento e água, mesmo em atividades com apenas um dia ou poucas horas de duração.

Mantenha-se nas trilhas pré determinadas – não use atalhos que cortam caminhos. Os atalhos favorecem a erosão e a destruição das raízes e plantas inteiras.

Respeite os animais e plantas: Observe os animais à distância. A proximidade pode ser interpretada como uma ameaça e provocar um ataque, mesmo de de pequenos animais. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves.

 



- Postado por: Anderson Thomaz às 01h16
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DIA DO DESAFIO

 

ATIVIDADES MARCAM “CHALLENGE DAY”

 

O Challenge Day foi realizado nesta quarta feira, 25 com atividades acontecendo na praça Tom Ferreira, núcleos esportivos e escolas municipais. O evento foi organizado pela Secretaria de Esportes e Recreação em parceria com o SESC de SJC, com apoio das demais secretarias municipais.

Durante todo o dia a programação foi intensa. Na praça foram disputadas modalidades de volei, basquete e skate, nos núcleos esportivos teve as atividades de futebol, vôlei, basquete e handbol, as escolas municipais fizeram atividades com temas livres. Além das secretarias de esportes e educação, as demais secretarias e a Câmara Municipal estavam praticando uma atividade física às 16h, na rua Frei Pacifico Wagner.

Todas as instituições, como associações, SABs, academias e a população em geral puderam formar suas equipes e praticar uma atividade física, para ajudar Caraguá a vencer a cidade adversária. Após a atividade, as informações como atividade praticada e quantidade de pessoas participantes deviam ser informadas para a secretaria de esportes por telefone.

Este ano Caraguá enfrenta a cidade de Danlí Honduras, que fica no estado de El Salvador em Honduras. No ano passado, Caraguá venceu a cidade de Cadereyta de Montes (México). 62,22% da população aderiu a campanha e praticou uma atividade física, uma média de 43,107 habitantes.



- Postado por: Anderson Thomaz às 01h04
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FOTOS - TRILHA ECOLÓGICA 

PRAIA DA LAGOA/PRAIA DA FIGUEIRA



- Postado por: Anderson Thomaz às 00h03
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- Postado por: Anderson Thomaz às 23h53
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FOTOS DA CAMINHADA AO MORRO SANTO ANTONIO (CARAGUATATUBA-SP) COM OS ALUNOS DO CENTRO EDUCACIONAL LIPPI

 



- Postado por: Anderson Thomaz às 23h37
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- Postado por: Anderson Thomaz às 23h16
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www.ecoviagem.com.br



- Postado por: Anderson Thomaz às 23h06
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I Simpósio sobre o Bioma Mata Atlântica ::
De 06/06/2005 a 09/06/2005
Onde vai ser: Viçosa/MG
 

O CBCN – Centro Brasileiro para Conservação da Natureza e Desenvolvimento Sustentável com o apoio de diversas entidades e universidades nacionais e internacionais estará promovendo, em Viçosa – MG, no período de 06 a 09 de junho deste ano, o I Simpósio sobre o Bioma Mata Atlântica.

O evento terá como temática a triologia Recuperação, Conservação e Desenvolvimento. Espera-se, neste Simpósio, reunir profissionais atuantes no Bioma Mata Atlântica, interessados em debater sobre o tema a fim de determinar o estado da arte sobre este Bioma e definir os passos seguintes para a sua recuperação, manejo e conservação buscando a sua sustentabilidade para utilização das gerações atuais e futuras.

Secretaria Executiva do Evento
Endereço: Rua Tancredo Neves, 33 - sala 806 - Centro 36570-000 Viçosa - MG

Telefones: 031 3891 0220 e 3892 4960
Fax: 031 3891 2802 e 3892 4960
E-mails: tatiana@cbcn.org.br ou cbcn@cbcn.org.br
Site: www.cbcn.org.br




- Postado por: Anderson Thomaz às 22h55
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FIQUE LIGADO

Ibama cria programa de Agentes Ambientais Voluntários

O presidente do Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Marcus Barros, assinou a Instrução Normativa que cria o Programa de Agentes Ambientais Voluntários. A finalidade é propiciar a participação da sociedade de forma a auxiliar o Ibama em atividades de educação ambiental, proteção, preservação e conservação dos recursos naturais em áreas protegidas e unidades de conservação federal.
Qualquer pessoa física poderá habilitar-se ao ingresso no Programa desde que seja alfabetizada, tenha mais que 18 anos, esteja vinculada a uma entidade civil ambientalista ou afim e tenha sido capacitada e credenciada pelo Ibama. De acordo com Marcus Barros, “a norma amplia a capacidade de fiscalização do Ibama com a participação regulamentada da sociedade civil”.
Os Agentes Ambientais Voluntários serão preparados para orientar as pessoas sobre práticas de proteção, uso sustentável e preservação dos recursos naturais. Eles poderão atuar preventivamente em situações que possam causar danos ao meio ambiente, monitorar e avaliar as condições socioambientais locais, em conjunto com a comunidade e instituições afins, e contribuir com o Ibama em atividades diretas de apoio a emergências ambientais.
Também serão habilitados a lavrar Autos de Constatação. Sempre que for constatada infração prevista na legislação ambiental, o Agente poderá lavrar o Auto e encaminha-lo às Gerências Executivas do Ibama que adotarão as medidas administrativas pertinentes.
Segundo a Coordenadora do Programa, Juliana Simões, o agente ambiental voluntário tem papel fundamental no desenvolvimento social da comunidade. “Por encontrar-se mais próximo dos problemas locais ele tem condições de atuar de forma ágil e flexível, buscando alternativas viáveis para o enfrentamento dos problemas socioambientais”, disse ela.
A Instrução Normativa que regulamenta o Programa de Agentes Ambientais Voluntários é uma proposta da Dipro - Diretoria de Proteção Ambiental à qual compete coordená-lo. Por ser um programa onde há uma interface com todas as outras diretorias do Ibama, será instituído um Comitê Gestor composto por um representante de cada uma delas para supervisioná-lo.
Na avaliação do Diretor da Dipro, Flávio Montiel, essa será mais uma ferramenta para o controle social em questões relativas ao meio ambiente. “O Programa de Agentes Ambientais Voluntários está em consonância com as diretrizes pautadas pela ministra Marina Silva e vai permitir uma nova forma de intercâmbio entre o Ibama e a sociedade”, afirma Montiel.

Fonte: www.correiodolitoral.com.br



- Postado por: Anderson Thomaz às 22h00
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FIQUE LIGADO

CBH-LN investe 1 milhão e 400 mil reais no Litoral Norte

Os representantes do Comitê de Bacias Hidrográficas do Litoral Norte se reúnem nesta sexta-feira, 20 de maio, para deliberar sobre os recursos a serem aplicados neste ano, da ordem de 1 milhão e quatrocentos mil reais em projetos e estudos para a região. A reunião acontece no CEPROLIN, à R. Rio Grande do Norte, 450, Indaiá, em Caraguatatuba, a partir das 9:30 horas. O evento é aberto ao público.
Dos 15 projetos que foram encaminhados para o CBH-LN, 8 foram pontuados pela Câmara Técnica e são indicados para resolução da plenária nessa data. Os projetos indicados são:
– Coleta e emissão do chorume (continuidade) - Prefeitura Municipal de Ubatuba
– Recuperação de vazadouro de lixo-Fase II (drenagem do chorume) - Prefeitura Municipal de Ilhabela
– Canalização de vala no Bairro do Travessão - Prefeitura Municipal de Caraguatatuba
– Estudo p/ projeto básico de sistema de esgoto na Picinguaba – Assoc. dos Engenheiros e Arquitetos de Ubatuba
– Capacitação de Educadores e Técnicos em E.A. - Associação de Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Caraguatatuba
– Ação ambiental - Associação Socioambiental Somos Ubatuba – ASSU
– Beabá da bacia - CETESB
– Banco de Dados georrelacional de Ubatuba - Fundação de Ciência, Aplicação e Tecnologias Espaciais – FUNCATE
Considerando que há um saldo da verba que totaliza R$ 38.085,11. Portanto, será aberta uma segunda chamada para apresentação de projetos. Os interessados deverão dar entrada aos novos projetos até o dia 17 de junho, às 16:00 horas, na Secretaria Executiva do CBH-LN, à R. Cunhambebe, 521, Centro, Ubatuba.
Caso os projetos sejam enviados pelo Correio, deverão ser postados em data anterior, porque a análise acontece no dia 20 de junho, portanto os projetos que chegarem nesse dia não poderão ser analisados.

Fonte: www.correiodolitoral.com.br



- Postado por: Anderson Thomaz às 21h59
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Projetos de Caraguá são escolhidos pelo Fehidro

Comitê de Bacias Hidrográficas libera mais de 2 milhões para projetos do litoral. Dos quinze projetos apresentados, 8 foram escolhidos. As prefeituras de Caraguá, Ubatuba e Ilhabela serão beneficiadas com recursos para projetos de canalização de vala, adequação de aterro sanitário, sistema de esgoto e educação ambiental.
Caraguá teve dois projetos aprovados pelo Fehidro - Fundo Estadual de Recursos Hídricos. O Comitê de Bacias Hidrográficas do Litoral Norte-CBH-LN apresentou nesta sexta-feira, dia 20 de maio, os oito projetos a serem financiados pelo Fehidro em 2005, no valor de R$ 2.140.514 milhões.
Autoridades municipais do Litoral Norte participaram do evento, que aconteceu no Ceprolin-Centro Profissionalizante do Litoral Norte. Estiveram presentes o prefeito de Caraguatatuba, José Pereira de Aguilar; o presidente do CBH-LN prefeito de Ilhabela, Manoel Marcos de Jesus Ferreira; o prefeito de Ubatuba, Eduardo de Souza César; o representante do prefeito de São Sebastião, Oscar Julio da Silveira; a vice-presidente do CBH, Marcela Sobral; o gerente da Cetesb, Paulo Guedes; e o José Augusto Rocha Mendes, da Secretaria Executiva do Fehidro.
O prefeito José Pereira de Aguilar parabenizou as equipes do Comitê de Bacias e principalmente a preocupação com a preservação demonstrada por todos.
"Pude perceber nestes quatro meses de trabalho que todos o envolvidos querem melhorar a qualidade de vida daqueles no Litoral Norte".
Na reunião também foi apresentado o Plano de Trabalho das três Câmaras Técnicas, todas terão como meta para 2005 a revisão dos critérios para avaliação e pontuação dos projetos.
O secretário municipal de Meio Ambiente de Caraguá, Auracy Mansano, como coordenador da Câmara Técnica de Planejamento de Assuntos Intermunicipais, apresentou o Plano de Trabalho para 2005 e disse que irá pleitear junto ao Governo de Estado um repasse maior para o Fehidro.
Segundo ele o litoral tem o menor recurso de todos os Comitês do Estado, embora seja uma das regiões que mais apresente projetos.
A Prefeitura de Caraguatatuba irá receber recursos no valor de R$ 672.726 mil para a execução de dois projetos, um para a Canalização de Vala no bairro do Travessão, cujo custo é de R$ 595.126 mil, e o outro para Capacitação de Educadores e Técnicos em Educação Ambiental, que foi contemplado com o recurso de R$ 77.600 mil.
A prefeitura de Ubatuba também conquistou recursos do Fehidro para dois projetos, um de adequação do aterro sanitário do Mato Dentro para a coleta e emissão do chorume, no valor de R$ 337.103 mil; e o outro para estudo do projeto básico de sistema de esgoto na Picinguaba, no valor de R$ 85.170 mil.
O município de Ilhabela foi contemplado com os recursos do Fehidro para o projeto de readequação de vazadouro de lixo, no valor de R$ 660,688 mil.
A Cetesb foi contemplada com recurso de R$ 128.356 para o projeto Beabá da Bacia e a Associação Socioambiental Somos Ubatuba também teve um projeto escolhido para ação ambiental, no valor de R$ 56.254. A Fundação de Ciência, Aplicação e Tecnologias Espaciais-Funcate foi escolhida para o Banco de Dados Georrelacional de Ubatuba.
O recursos serão liberados na modalidade fundo perdido. Os recursos restantes disponibilizados no valor de R$ 38.085 mil para a segunda chamada de projetos a serem financiados segundo calendário definido e deliberação complementar.
O CBH também divulgou na reunião o calendário para a segunda chamada para apresentação de projetos a serem financiados pelo Fehidro: dia 17 de junho ás 16 horas na Secretaria Executiva; e análise e pontuação dos mesmos pelas Câmaras Técnicas no dia 20 de junho.
Projeto de canalização de vala em Caraguá:
Um dos projetos de Caraguá contemplados com recurso do Fehidro é o da canalização de um vala de drenagem na Avenida de Alta tensão, no bairro Travessão, que fica na região sul. O trecho a ser canalizado será de 535.00m lineares e sua importância.
Segundo o secretário, o projeto vai beneficiar boa parte da região Sul no município, pois visa melhorar o escoamento da água que vai para ao Rio Juqueriquerê. O objetivo é evitar a contaminação da água. Mansano disse que 72% das doenças registradas nos hospitais tem origem na veiculação hídrica.
“Caraguá é a maior planície da região e por isso tem dificuldades para escoar a água. Este projeto vai evitar as enchentes e a contaminação da água”, disse.
O projeto visa controlar a ocorrência de enchentes no bairro e contribuir com a melhoria da qualidade de vida do moradores, eliminando reservatórios propícios à veiculação de transmissão de algumas doenças como diarréia, hepatite A, leptospirose e esquistossomose, além de contribuir com a manutenção, limpeza e desobstrução do canal, facilitar a vazão da vala e melhorar o aspecto visual dos bairros em questão.
A meta da secretaria para finalizar a obra de canalização é de cinco meses, reduzindo em pelo menos 50% os índices de doenças de veiculação hídrica na região. 

Fonte: www.correiodolitoral.com.br



- Postado por: Anderson Thomaz às 21h54
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FIQUE LIGADO

Lei da Mata Atlântica incentiva preservação de ecossistema ameaçado

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse hoje que espera a aprovação do Projeto de Lei da Mata Atlântica ainda em 2005. O líder do governo no Senado, Aloízio Mercadante, estaria articulando uma audiência pública para dar andamento à tramitação do projeto.
"Foram feitas várias tentativas de acordo com senadores, até agora infrutíferas. Alguns (senadores) insistem em manter um artigo que prevê indenizações para proprietários de áreas com Mata Atlântica", disse Marina Silva. A ministra participou nesta quinta-feira das atividades da Semana da Mata Atlântica, em Campos do Jordão (SP), que tem como tema a proteção da araucária (pinheiro brasileiro).
O PL da Mata Atlântica foi aprovado na Câmara dos Deputados no fim de 2003, por unanimidade, após 11 anos de tramitação no Congresso. O texto agora está parado no Senado Federal.
O Artigo 46 do projeto garantiria indenizações a donos de terras "caso as vedações e limitações estabelecidas na lei afetarem a potencialidade econômica de imóveis rurais particulares, comprometendo o aproveitamento racional e adequado do imóvel".
Com esse dispositivo, a União ou os estados poderiam ser obrigados a cobrir prejuízos com a preservação do pouco que resta da Mata Atlântica. A relatoria do texto é do senador César Borges.
O projeto não se aplica a toda a área do bioma Mata Atlântica, só sobre os parcos remanescentes da floresta. Há 505 anos, na época do Descobrimento, a mata cobria mais de 1,3 milhão de quilômetros quadrados em 17 estados, do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Hoje, está reduzida a menos de 10% da sua cobertura original.
Marina Silva também informou hoje que o Ministério do Meio Ambiente enviou à Presidência da República uma proposta para que o 25 de junho seja definido como Dia Nacional da Araucária. As florestas com pinheiro brasileiro fazem parte da Mata Atlântica, e estão igualmente ameaçadas.
"O tema da Semana da Mata Atlântica valoriza as florestas e também procura resgatar uma dívida histórica do País com as araucárias", disse a ministra.
Áreas Protegidas
Para auxiliar na preservação das florestas com araucárias e também da Mata Atlântica, Ministério do Meio Ambiente e Ibama, em parceria com estados e municípios, estão propondo a criação de uma série de reservas no Paraná e Santa Catarina. O governo promoveu consultas públicas naqueles estados entre os dias 18 e 27 de abril.
Segundo Marina Silva, a proposta para a criação de cinco áreas protegidas no Paraná - Parque Nacional dos Campos Gerais, refúgios de Vida Silvestre dos Campos de Palmas e do Rio Tibagi e as reservas biológicas das Perobas e das Araucárias - já foi enviada para a Casa Civil. As reservas somam 98 mil hectares.
Em Santa Catarina, os debates sobre a criação da Área de Proteção Ambiental das Araucárias, da Estação Ecológica da Mata Preta e do Parque Nacional das Araucárias seguem até o fim de junho.
Em março, o Ministério do Meio Ambiente lançou, no Vale do Ribeira (SP), um programa que disponibilizará R$ 48 milhões para projetos voltados à recuperação e à preservação da Mata Atlântica. Os projetos serão elaborados e implementados por organizações não-governamentais, com possíveis parcerias com universidades ou órgãos públicos.
Os recursos têm origem em uma doação do governo alemão e também no próprio Ministério do Meio Ambiente, e servirão para a criação de áreas protegidas federais, estaduais, municipais e privadas, implantação de corredores ecológicos, plantio de florestas, pesquisas e promoção do ecoturismo.
Fonte: www.correiodolitoral.com.br



- Postado por: Anderson Thomaz às 21h49
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- Bioma - Mata Atlântica - Informações

A Floresta Atlântica, com cerca de 1,5 milhão de km², estende-se praticamente por todo o litoral brasileiro, atingindo 13 estados. Corresponde a um dos ecossistemas mais ameaçados no mundo.

Ocorre nas encostas do Planalto Atlântico e nas baixadas litorâneas contíguas. Muito rica em espécies, abrigando uma fauna diversificada, recobria de modo quase contínuo uma faixa paralela ao litoral, desde Santa Catarina até o Rio Grande do Norte.

A Floresta Atlântica desenvolve-se pelo litoral das regiões do Nordeste, Sudeste e Sul do País, avançando para o interior em extensões variadas. Sua diversidade resulta das condições climáticas, de altitude e de latitude, que se apresentam ao longo de uma faixa florestal originalmente contínua.

Fonte: www.arvoresbrasil.com.br



- Postado por: Anderson Thomaz às 00h50
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- Bioma - Mata Atlântica - Informações

Informações

Originalmente cobria uma área de mais de 1 milhão de Km². É um dos mais importantes repositórios de diversidade biológica do país e do planeta. É também o bioma mais ameaçado, com menos de 9% de área remanescente sendo que 80% desta área está em propriedade privada. As unidades de conservação correspondem a 2% da área remanescente. O desmatamento é consequência principalmente de atividades agrícolas, reflorestamento homogêneo (Pinus e Eucalipto) e da urbanização (I Relatório para a Convenção sobre Diversidade Biológica do Brasil - 1998).

A Floresta Atlântica é uma floresta tropical plena, associada aos ecossistemas costeiros de mangues nas enseadas, foz de grandes rios, baías e lagunas de influência de marés, matas de restinga nas baixadas arenosas do litoral, às florestas de pinheirais no planalto, do Paraná, Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, e ainda aos campos de altitude nos cumes das Serras da Bocaina, da Mantiqueira e do Caparaó.

A maior parte das espécies da fauna e da flora brasileira, em vias de extinção, são endêmicas à Floresta Atlântica.

No sentido amplo do termo, a Floresta Atlântica engloba um diversificado mosaico de ecossistemas florestais com estruturas e composições florísticas bastante diferenciadas, acompanhando a diversidade dos solos, relevos e características climáticas da vasta região onde ocorre, tendo como elemento comum a exposição aos ventos úmidos que sopram do oceano.

No reverso das escarpas, em suas porções voltadas para o interior, caracteriza-se como uma mata de planalto, resultante da existência de um clima úmido mas com estacionalidade bem marcada.

Assim, na Reserva da Biosfera da Floresta Atlântica, além de algumas paisagens em graus diversificados de antropização, englobam-se variados hábitats: Floresta Perenifólia Higrófila Costeira (Torres) ou Floresta Ombrófila Densa (Serra Gaúcha).

Caracterizadas por sua fisionomia alta e densa, são conseqüência da variedade de espécies pertencentes a várias formas biológicas e estratos. Nessa floresta, a vegetação dos níveis inferiores vive em um ambiente bastante sombrio e úmido, sempre dependente do estrato superior.

O grande número de lianas, epífitas, fetos arborescentes e palmeiras dá a esta floresta um caráter tipicamente tropical. Segundo a Legislação Ambiental que definiu os limites da Floresta Atlântica no RS, ela começa pelo Rio Mampituba em Torres, indo até Osório, onde sobe a Serra Geral, incluindo toda a Serra Gaúcha e aí, novamente, desce o Itaimbezinho até as nascentes do Rio Mampituba. Ou seja, todo o Litoral Norte e Serra Gaúcha estão dentro da chamada Floresta Atlântica.

Os ambientes do Litoral Norte são muito sensíveis porque ainda estão em formação. A natureza ainda não terminou de fazê-los. Dunas, restingas, banhados, lagoas, campos e matas formam corredores de vida silvestre, com papel definido na harmonia da região. Exemplos são a gralha azul, que planta o pinhão na Serra, e os pássaros que comem as sementes da figueira e semeiam com sua defecação futuras mudas de figueira em todo o Litoral Norte.

Atualmente cerca de 80 milhões de pessoas, mais de 50% da população brasileira, vive nessa área que, além de abrigar a maioria das cidades e regiões metropolitanas do País, sedia também os grandes pólos industriais, químicos, petroleiros e portuários do Brasil, respondendo por 80% do PIB nacional.

Apesar de sua história de devastação, a Floresta Atlântica ainda possui remanescentes florestais de extrema beleza e importância que contribuem para que o Brasil seja considerado o país de maior diversidade biológica do planeta.

Em relação à ocupação e utilização da Floresta Atlântica, a floresta nativa deu lugar às culturas de cana-de-açúcar, cacau e café, além da pecuária, da floresta cultivada e dos pólos de desenvolvimento urbano. A devastação das matas teve início ainda no séc. XVI, com o ciclo do pau-brasil, progredindo até os dias atuais quando restam cerca de 5% da cobertura florestal original (quase que exclusivamente nas vertentes da Serra do Mar).

Em fevereiro de 1993, um novo decreto regulamentou a exploração da Floresta Atlântica. O decreto aumentou a área de dimensão da Floresta Atlântica a ser preservada, antes restrita à faixa litorânea. Ao contrário da legislação anterior, que praticamente proibia qualquer forma de utilização econômica da região, considerando a área intocável, o texto atual permite que as comunidades locais mantenham a exploração tradicional de algumas culturas por uma economia de subsistência. Além disso, prevê que os estados, municípios e Organizações Não-Governamentais (ONG's) também participem da fiscalização do ecossistema.

Estudos revelam que em cinco anos o Brasil perdeu 533 mil hectares de Floresta Atlântica com derrubada de 1,07 bilhão de árvores. Calcula-se também que de 1990 até 1993 mais de 316.888 hectares de florestas foram derrubadas.

As principais causas do desmatamento são a proliferação das pastagens, o plantio de eucaliptos e a implantação de monoculturas comerciais como a soja e a cana. Essa diversidade, ao mesmo tempo em que representa uma excepcional riqueza de patrimônio genético e paisagístico, torna a mata externamente frágil.

O resultado atual da destruição de quase 5 séculos de colonização, da expansão agrícola e da urbana florestas úmidas adentro, passou por vários ciclos, que marcaram o desenvolvimento do País, como o da cana-de-açúcar, do ouro, do café e, na atualidade, da expansão da agricultura e da industrialização.

O ambiente é superúmido, devido às grandes quantidades de árvores, que tornam a floresta mais fechada. O clima é tropical, com influência oceânica, com precipitação anual que varia de 1.000 a 1.750 mm. Não bastasse o fato de ser uma floresta tropical, com vários ecossistemas associados, a Floresta Atlântica teve sua diversidade biológica ainda mais ampliada pela intensidade das transformações que sofreu ao longo dos últimos anos.

Especialmente durante o período quaternário, marcado por fortes mudanças climáticas, a Floresta Atlântica viveu momentos de forte retração durante as glaciações, resistindo, fragmentada, apenas em alguns locais conhecidos como "refúgios do pleistoceno", quando as condições climáticas eram mais amenas.

O relevo é constituído por colinas e planícies costeiras, acompanhadas por uma cadeia de montanhas. Os solos são de fertilidade média, porém, a área com relevo acidentado constitui limitação forte para uso intensivo das terras com cultivos anuais. Mas no interior da floresta o solo é pobre, que se mantém pela decomposição acelerada de matéria orgânica proveniente dos restos vegetais que caem no chão.



- Postado por: Anderson Thomaz às 00h48
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 Bioma - Mata Atlântica - Flora

Segundo os botânicos, a Floresta Atlântica é a mais diversificada do planeta, com mais de 25 mil espécies de plantas. O elevado índice de chuvas ao longo do ano permite a existência de uma vegetação rica, densa, com árvores que chegam a 30 metros de altura.

Destacam-se o pau-brasil, o jequitibá, as quaresmeiras, o jacarandá, o jambo e o jabolão, o xaxim, o palmito, a paineira, a figueira, a caviúna, o angico, a maçaranduba, o ipê-rosa, o jatobá, a imbaúba, o murici, a canela-amarela, o pinheiro-do-paraná, e outras. Em um curto espaço, pode-se encontrar mais de 50 espécies vegetais diferentes.

O sub-bosque, composto por árvores menores, abriga numerosas epífitas, gravatás, bromélias, orquídeas, musgos e líquens, samambaias, begônias e lírios de várias espécies. Na Floresta Atlântica, o índice de endemismo entre as palmeiras, bromélias e algumas epífitas chega a mais de 70%.





- Postado por: Anderson Thomaz às 00h47
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 Bioma- Mata Atlântica - Fauna

A Floresta Atlântica possui uma grande biodiversidade de animais, além de muitos que já estão ameaçados de extinção, como: a onça-pintada, a jaguatirica, o mono-carvoeiro, o macaco-prego, o guariba, o mico-leão-dourado, vários sagüis, a preguiça-de-coleira, o caxinguelê, o tamanduá.

Entre as aves destacam-se o jacu, o macuco, a jacutinga, o tiê-sangue, a araponga, o sanhaço, numerosos beija-flores, tucanos, saíras e gaturamos.

Entre os principais répteis desse ecossistema estão o teiú, um lagarto de mais de 1,5 metros de comprimento, jibóias, jararacas e corais verdadeiras. Numerosas espécies da flora e da fauna são únicas e características: a maioria das aves, répteis, anfíbios e borboletas são endêmicas, ou seja, são encontradas apenas nesse ecossistema.

Entre os mamíferos, 39% também são endêmicos, o mesmo ocorrendo com a maioria das borboletas, dos répteis, dos anfíbios e das aves nativas. Nela sobrevivem mais de 20 espécies de primatas, a maior parte delas endêmicas. Hoje, 171 das 202 espécies de animais brasileiros considerados ameaçados de extinção são originários da Floresta Atlântica.

As principais áreas preservadas se encontram em parques nacionais, como o de Superagüi (PR), de Itatiaia (MG, RJ), da Serra da Bocaina (SP, RJ), do Monte Pascoal e da Chapada Diamantina (ambos na BA) e do Iguaçu (PR); em parques estaduais como os da Ilha do Cardoso, da Ilha de São Sebastião, da Ilha Anchieta e da Serra do Mar, do Vale do Ribeira, da Serra do Japi (todos em SP), do Desengano (RJ) e nas estações ecológicas de Tapacurá (PE), Caratinga (MG), Poço das Antas (RJ) e Juréia (SP).



- Postado por: Anderson Thomaz às 00h46
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Ecoleituras

Fonte: http://www.amazonia.com.br/ecologia/publicacoes.asp

A PELE DE TULUPERÊ
uma etnografia dos trançados Wayana

AUTORA: Lúcia Hussak van Velthem
Iconografia e simbologia dos índios Wayana (Norte do Pará). Trabalho antropológico sobre normas, comportamentos sociais e procedimentos estéticos dos Wayana.
Como adquirir:
www.museu-goeldi.br/publi/edicoes.

 

O LAGO DOS ESPELHOS:
etnografia do saber sobre fronteira em Tefé, Amazonas

AUTORA: Priscila Faulhaber
Visão antropológica do mundo dos encantados em Tefé/Amazonas. Fronteiras geográficas e étnicas, expropriação, insubmissão, demarcação, atores sociais (índios, missionários, pesquisadores, colonizadores, poder público). Tempo cronológico e narrativo, desde o descobrimento.
Como adquirir:
www.museu-goeldi.br/publi/edicoes.

 

FRUTAS COMESTÍVEIS DA AMAZÔNIA
AUTOR: Paulo B. Cavalcante
Sobre a riqueza e variedade das frutas comestíveis da região amazônica.
Como adquirir:
www.museu-goeldi.br/publi/edicoes.

 

ESTAÇÃO CIENTÍFICA FERREIRA PENNA
AUTORES: Pedro L. B. Lisboa e Maria das Graças Ferraz
Trabalhos sobre estudos em Caxiuanã. Conservação e manejo dos recursos naturais. Excelente fonte de pesquisa para quem tenha interesse sobre desenvolvimento sustentado.
Como adquirir:
www.museu-goeldi.br/publi/edicoes.

 

Inpa

Conheça alguns títulos da lista de publicações do Inpa – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

- Avaliação das Espécies Madeireiras da Amazônia para a Manufatura de Instrumentos Musicais. (Slooten, Harry Jan Van der. Manaus: INPA, 1993. 123p.: il)

- Balanço Hídrico de Manaus, Amazonas. (Santos, Hugo Menezes. Manaus: INPA/Div. Pesq. Florestais, 1968. 8p.)

- Cadastro Fitoquímico Brasileiro. (Ribeiro, Maria Nilce de S.; Zoghbi, Maria das Graças Bichara; Silva, Miriam Leão; Gottlieb, Otto Richard e Rezende, Ceres Maria Mata. Manaus: INPA/FUA, 1987. 112p.)

- A Cartografia da Região Amazônica. (Adonias, Isa. Manaus: Rio de Janeiro: CNPq/INPA 1963. 2vols.: il.)

- Ecologia da Pesca do Rio Madeira. (Goulding, Michael (trad. Menezes, Naercio). Manaus: INPA, 1979. 172p.: il.)

- Estudo Papeleiro de Madeiras da Amazônia. (Corrêa, Antonio de Azevedo; Lobato, Roberto de F. e Ribeiro, Eloy Barbosa P. Manaus: INPA, 1970. 36p.: il.)

- Inpa's Phytochemical Catalog. (Zoghbi, Maria das Graças Bichara; Silva, Miriam Leão da e Cabral, José Augusto da Silva. Manaus: INPA, 1992. 57p.: il.)

- A Pesca no Rio Amazonas. (Smith, Nigel J. H. Manaus: INPA, 1979. 154p.: il.)

- Plantas Tóxicas da Amazônia a Bovinos e Outros Herbívoros. (Tokarnia, Carlos H.; Dobereiner, Jurgen e Silva, Marlene Freitas da. Manaus: INPA, 1979. 95p.: il. )

- Repertório Bibliográfico dos Pesquisadores do INPA. (Suano da Silva, Algenir Ferraz; Harraquian, Maria Arlete de Jesus e Veiga, Maria José de M. Manaus: INPA, 1980. 81p. )

- Trematódeos Neotropicais. (Thatcher, Vernon E. Manaus: INPA, 1993. 553p.)

Informações sobre como adquirir as publicações com a Coordenação de Difusão Científica ou com a Biblioteca do INPA (contatos: www.inpa.gov.br/biblioteca.inpa.gov.br / biblio@inpa.gov.br).

Livros ecologicos para criancas on-line


A Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo lançou on-line os livrinhos que Sandrinha e eu escrevemos. Eis aí um presentinho para seus filhos, sobrinhos e netos neste Natal ! É só baixar os documentos em PDF do site da SMA, através dos links:

Livro: Guardiões da Camada de Ozônio

Livro: Guardiões da Mata Atlântica



- Postado por: Anderson Thomaz às 00h39
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Ecoleituras

Fonte: http://www.amazonia.com.br/ecologia/publicacoes.asp


IDENTIFICAÇÃO DE ÁREAS COM POTENCIAL PARA A CRIAÇÃO DE FLORESTAS NACIONAIS NO ESTADO DO PARÁ

AUTORES: Carlos Souza Jr, Adalberto Veríssimo e Paulo Amaral. Pesquisadores do Imazon – Instituto do Homem e Meio Ambiente na Amazônia.
Como adquirir: imazon@imazon.org.br.

 

INFORMAÇÕES E SUGESTÕES PARA A CRIAÇÃO E GESTÃO DE FLORESTAS PÚBLICAS NA AMAZÔNIA
AUTORES: Paulo Barreto e Adalberto Veríssimo. Pesquisadores do Imazon – Instituto do Homem e Meio Ambiente na Amazônia.
Como adquirir: imazon@imazon.org.br.

 


FLORESTAS NACIONAIS NA AMAZÔNIA
SINOPSE: consulta a empresários madeireiros e atores afins à política florestal produzido por pesquisadores do Imazon - Instituto do Homem e Meio Ambiente na Amazônia e disponibilizado em PDF no site do Instituto.
Para ler: www.imazon.org.br.

 

PÓLOS MADEIREIROS DO PARÁ
SINOPSE: o mais completo diagnóstico do setor madeireiro do Estado no período de 1998 a 2001, produzido por pesquisadores do Imazon - Instituto do Homem e Meio Ambiente na Amazônia e disponibilizado em PDF no site do Instituto.
Para ler: www.imazon.org.br.

 

O DIREITO PARA O BRASIL SOCIOAMBIENTAL
ORGANIZADOR: André Lima
Aspectos jurídicos relacionados a questões socioambientais. Ideal para estudantes e profissionais do Direito, em especial os que atuam no Direito Ambiental.
Como adquirir:
www.socioambiental.org.

 

A DÉCADA DO IMPASSE
Da Rio-92 à Rio+10
AUTOR: Washington Novaes
82 artigos do jornalista Washington Novaes, publicados em jornais como A Gazeta Mercantil, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil. Coletânea do período entre abril de 1988 e junho de 2002.
Como adquirir:
www.socioambiental.org.

 

SERIA MELHOR MANDAR LADRILHAR?
Biodiversidade: como, para que, por quê
ORGANIZADORA: Nurit Bensusan
Voltado não apenas para um público específico, mas para leitores em geral que tenham interesse em compreender a importância da biodiversidade no planeta.
Como adquirir:
www.socioambiental.org.

 

MEIO AMBIENTE BRASIL
Avanços e Obstáculos Pós Rio-92
ORGANIZADORES: João Paulo Capobianco, Aspásia Camargo e José Antônio Puppim de Oliveira.
Panorama da situação ambiental no Brasil atual. Refere-se aos acordos da Rio-92 e aponta as dificuldades e possibilidades na realização de algumas medidas firmadas no evento em 92.
Como adquirir:
www.socioambiental.org.

 

AVES DA GRANDE BELÉM
Municípios de Belém e Ananindeua, Pará

AUTORES: Fernando C. Novaes e Maria de Fátima Cunha Lima
Mais de 30 anos de estudos sobre as aves de Belém e Ananindeua (Grande Belém). Contém catálogo, lista faunística, descrição e biologia das espécies.
Como adquirir:
www.museu-goeldi.br/publi/edicoes.

 

ORQUÍDEAS NATIVAS DA AMAZÔNIA BRASILEIRA
AUTORES: João Batista F. da Silva e Manoela F.F. da Silva
Estudos sobre espécies do gênero Catasetum L.C. Rich ex Kunth, nativas da Amazônia. Voltado tanto para pesquisadores como para o público em geral.
Como adquirir:
www.museu-goeldi.br/publi/edicoes.

 

A ÁGUA E O HOMEM NA VÁRZEA DO CAREIRO
AUTOR: Hilgard O’Reilly Sternberg
Fala da relação do homem com o meio ambiente em ecossistema de várzea. Como as enchentes e vazantes dos rios influenciam na distribuição da vida sócio-ambiental das comunidades.
Como adquirir:
www.museu-goeldi.br/publi/edicoes.

 

CAXIUANÃ
ORGANIZADOR: Pedro L.B. Lisboa
Vencedor do Prêmio Jabuti em 1999. 30 trabalhos sobre pesquisas realizadas na Estação Científica Ferreira Penna, em Caxiuanã, base de pesquisa do Museu Paraense Emílio Goeldi.
Como adquirir:
www.museu-goeldi.br/publi/edicoes.

 

 



- Postado por: Anderson Thomaz às 00h37
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Ecoleituras

Fonte: http://www.amazonia.com.br/ecologia/publicacoes.asp

Carajás - A guerra dos mapas
AUTOR: Alfredo Vagner B. Almeida.
Livro com fontes documentais e comentários acompanhado de um mapa temático produzido para o seminário-consulta "Carajás: desenvolvimento ou destruição".
Informações: www.socioambiental.org.br.

 

Aroma de Flores na Amazônia - O livro apresenta os nomes científicos e vulgar da flor, local de coleta, usos, habitat, características geográfica, botânica, além da fenologia e a propagação e cultivo e a foto da flor.
Informações: Editora Museu Paraense Emílio Goeldi
Fone/Fax: (91) 219-3312/249-8923.
E -mail: comunicacao@museu-goeldi.br

 

Castanha de Caju - Série Agronegócios
Este manual, produzido em parceria com o Sebrae, apresenta de forma clara e objetiva as várias etapas do processamento da castanha de caju, da colheita ao resultado final, bem como o controle de qualidade, a montagem de minifábricas e os equipamentos necessários. Além disso, traz análise financeira e de mercado, cálculo de custos e receitas, investimentos e orientações para o sucesso do negócio, tudo isso fartamente ilustrado com fotografias, gráficos, modelos de questionários, entre outros. Esta publicação, que se destina a empreendedores e empresários do segmento agroindustrial de pequeno porte, sem dúvida é peça essencial para quem deseja iniciar um pequeno grande negócio.
http://www.sct.embrapa.br/Liv/Pesquisa.asp?Tipo=lancamento

 

AMEIXA - PRODUÇÃO
Os manuais são resultado da parceria entre a Embrapa Informação Tecnológica e o Ministério da Agricultura. São fontes de orientações técnicas sobre a tecnologia relativa às cadeias produtivas das principais espécies frutícolas de interesse econômico, tanto na fase de pré-colheita, como de pós-colheita, e oferecem dados sobre aspectos econômicos, relativos a mercados e comercialização de frutos no Brasil.

 

REVISTA AGUAPÉ - 2ª EDIÇÃO
A segunda edição da Revista Aguapé já está disponível na internet para download gratuito. A publicação é um dos produtos do projeto que está criando e estruturando a Rede Aguapé, a primeira rede de educação ambiental para as cidades pantaneiras de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraguai e Bolívia.
PARA DOWNLOAD: www.redeaguape.org.br/admin/downloads/Revista_2.pdf.

 

QUEM CALA CONSENTE? SUBSÍDIO PARA A PROTEÇÃO AOS CONHECIMENTOS TRADICIONAIS
Organizadores: André Lima e Nurit Bensusan. Além da transcrição do seminário promovido pelo Instituto Socioambiental, em setembro de 2002, em Brasília, traz uma série de artigos de profissionais que se dedicam a estudar vários aspectos relativos ao tema no Brasil, na Colômbia, e no Peru.
Informações: www.socioambiental.org.br.

REFORMA AGRÁRIA E MEIO AMBIENTE
Organizadores: Neide Esterci e Raul Silva Telles do Valle.
Informações: www.socioambiental.org.br.

 

 

A INCONSTÂNCIA DA ALMA SELVAGEM
Coletânea lançada pela Cosac & Naify Edições, traz reflexões do autor sobre temas clássicos da Antropologia, como parentesco e cosmologia, ambientados na Amazônia indígena.
Informações: www.socioambiental.org.br.

 

ENCICLOPÉDIA DA FLORESTA
Organizadores: antropólogos Mauro Almeida e Manuela Carneiro da Cunha. Reúne 38 autores que contaram com a colaboração das populações locais - seringueiros e os índios Kaxinawá, Katukina e Ashaninka, do alto Juruá, no extremo sudoeste da Amazônia. Objetiva mostrar exemplos sobre o ambiente e os modos sustentáveis de usá-lo.
Informações: www.socioambiental.org.br.

 

BIODIVERSIDADE NA AMAZONIA BRASILEIRA
Avaliação e ações prioritárias para a conservação, uso sustentável e repartição de benefícios.
Informações: www.socioambiental.org.br.

 


VÍDEO “OURO VERDE: O MANEJO SUSTENTÁVEL NA AMAZÔNIA PARA EMPRESAS E COMUNIDADES"
PRODUÇÃO: Imazon, WWF-Brasil e Instituto Centro de Vida- ICV
O lançamento aconteceu em Cuiabá (MT). O material retrata os avanços e desafios que o setor tem enfrentado na implementação de boas práticas de manejo, a partir das experiências bem sucedidas de manejo na região.
Como adquirir: www.imazon.org.br - www.icv.org.br.




- Postado por: Anderson Thomaz às 00h36
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Ecoleituras

Fonte: http://www.amazonia.com.br/ecologia/publicacoes.asp

MÉTODOS DE ESTUDOS EM BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO E MANEJO DA VIDA SILVESTRE
ORGANIZADORES: Laury Cullen Jr | Claudio Valladares Pádua | Rudy Rurdran
Pesquisas e trabalhos realizados por 30 conservacionistas de várias partes do mundo, professores do curso de Biologia da Conservação no IPÊ.
Informações: lcullen@stetnet.com.br | www.ipe.org.br.

 

JANELAS PARA A BIODIVERSIDADE NO PARQUE NACIONAL DO JAÚ
AUTORES: variados
Vários artigos de profissionais da organização e contribuições de vários especialistas em Amazônia, das áreas biológicas e sociais de entidades renomadas como o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e a Universidade Federal do Amazonas(Ufam). Fruto de um projeto de planejamento de pesquisa da Fundação Vitória Amazônica em parceria com o Ibama e o instituto WWF Brasil.
Informações: fva@fva.org.br.

JALAPÃO - SERTÃO DAS ÁGUAS
AUTOR: Miguel von Behr
Terceiro volume da série "Ecossistemas Brasileiros, História-Cultura-Natureza". Pretende sensibilizar a sociedade quanto a necessidade de se preservar o patrimônio ambiental que o Jalapão.
Informações: (61) 425-1122

 

CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE EM ECOSSISTEMAS TROPICAIS
AUTORES: Irene Garay | Braulio Dias
Avanços conceituais e revisão de novas metodologias de avaliação e monitoramento. Coletânea de artigos focalizando os principais avanços conceituais, obtidos em passado recente e que fundamentam o desenvolvimento de novas metodologias de avaliação e monitoramento da biodiversidade. Publicação do Ministério do Meio Ambiente, UFRJ, Ministério da Ciência e Tecnologia, CNPq, União Internacional de Biologia, Fundação Universitária José Bonifácio.
Informação: www.vozes.com.br | vendas@vozes.com.br.

 

BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO
AUTORES: Richard B. Primack | Efraim Rodrigues
O livro propõe saídas para evitar o que os autores chamam de ?sétimo evento de mega-extinção? no planeta, que ao invés de estar sendo causada por fatores externos (meteoros e alterações do clima) está sendo causada pela própria espécie humana.
Informações: www.efraim.com.br | efraim@uel.br.

 

BIODIVERSIDADE BRASILEIRA
AUTOR: Ministério do Meio Ambiente
Avaliação e Identificação de Áreas e Ações Prioritárias para Conservação, Utilização Sustentável e Repartição de Benefícios da Biodiversidade Brasileira. O Ministério do Meio Ambiente elaborou a publicação a partir de relatórios de eventos de avaliação dos biomas brasileiros.
Informações: cid@mma.gov.br.

 

BIODIVERSIDADE - A HORA DECISIVA
AUTORES: Marc J. Dourojeanni | Maria Tereza Jorge Pádua
É possível conservar a diversidade biológica e explorá-la ao mesmo tempo? Este dilema é discutido neste livro, com especial referência ao Brasil e ao Peru, dois dos países com maior biodiversidade do planeta.
Informações: editora@cce.ufpr.br.

 

ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL: PLANEJAMENTO E GESTÃO DE PAISAGENS PROTEGIDAS
AUTORES: Nájila Rejanne Alencar Julião Cabral | Marcelo Pereira de Souza
Objetiva ampliar o debate sobre o modelo de preservação e conservação dos recursos naturais no Brasil e sobre a relação entre a sociedade e a natureza. Tenta construir um modelo a partir da realidade regional e local, com a incorporação da dimensão social no processo de planejamento.
Informações: vendas@rimaeditora.com.br.

 

ÁREAS PROTEGIDAS PÚBLICAS E PRIVADAS: SELEÇÃO E MANEJO
AUTORA: Carla Morsello
As áreas protegidas, ou unidades de conservação, são a forma mais corriqueiramente adotada por muitos países para a conservação da natureza. No Brasil, isso nem sempre tem tido bons resultados na prática. A publicação procura mostrar soluções.
Informações: www.annablume.com.br.



- Postado por: Anderson Thomaz às 00h35
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Ecoleituras

Fonte: http://www.amazonia.com.br/ecologia/publicacoes.asp

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - ATUALIDADES E TENDÊNCIAS
AUTOR: Miguel Serediuk Milano
Sobre erros relacionados à escolha da categoria de manejo, à delimitação, à forma de implementação e ao próprio manejo e administração têm justificado reações contra a conservação através da proteção de áreas naturais.
Informações: www.fundacaoboticario.org.br | contato@fundacaoboticario.org.br.

 

UM SOPRO DE DESTRUIÇÃO
AUTOR: José Augusto Pádua
Pensamento político e crítica ambiental no Brasil escravista (1786-1888). As conseqüências sociais, econômicas e políticas da devastação das florestas, erosão e esgotamento dos solos, degradação do clima, extinção das espécies animais e vegetais.
Informações: jze@zahar.com.br | http://www.zahar.com.br.

 

TORNANDO OS PARQUES EFICIENTES
ORGANIZADORES: John Terborgh | Carel van Schaik | Lisa Davenport | Madhu Rao
Estratégias para a conservação da natureza nos trópicos. Guia de referência para o pesquisadores de campo envolvidos no manejo de parques nos trópicos. Informações: editora@cce.ufpr.br.

 

RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES
AUTOR: Sebastião Venâncio Martins
Visa disponibilizar os principais avanços em termos de técnicas e modelos para recuperação de matas ciliares. Apresenta as espécies arbóreas mais indicadas para cada condição ecológica ciliar, além das técnicas de plantio e manutenção e os principais modelos atualmente utilizados.
Informações: vendas@cpt.com.br.

 

OS SITES E O PROGRAMA BRASILEIRO DE PESQUISAS ECOLÓGICAS DE LONGA DURAÇÃO
AUTORES: Ulrich Seeliger; César Cordazzo & Franisco Barbosa (editores)
Informações, temas de pesquisa e perspectivas sobre os 9 primeiros sites, além de uma descrição dos projetos de longa duração integrantes do Programa Brasileiro de Pesquisas Ecológicas de Longa Duração.
Informações: barbosa@icb.ufmg.br | uli@ecoscientia.com.br.

 

O POEMA IMPERFEITO - CRÔNICAS DE BIOLOGIA, CONSERVAÇÃO DA NATUREZA E SEUS HERÓIS
AUTOR: Fernando Fernandez
Só se pode conservar a natureza se isto for feito para o bem da própria natureza.
Informações: editora@cce.ufpr.br.



- Postado por: Anderson Thomaz às 00h33
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Dia da mata atlântica: pensando em água, montanhas, florestas e cidades

O dia 27 de maio é o "Dia da Mata Atlântica". Mas quais são as esperanças para o ecossistema que possui a maior biodiversidade em todo o mundo e que foi destruído a ponto de restar apenas 7% de sua área original?

O projeto de lei da Mata Atlântica foi aprovado na Câmara dos Deputados e agora só depende do Senado Federal onde, incrivelmente, estão ocorrendo dificuldades em virtude de alguns grupos que ainda pensam de forma antiquada. Infelizmente, ainda há quem diga que a preservação da floresta compromete o desenvolvimento econômico. Ora, se assim fosse, com a destruição de 93% do ecossistema era para estarmos com as dificuldades econômicas superadas... o que não é bem o caso.

Apesar da visão equivocada de alguns políticos, existem avanços impulsionados por segmentos do governo e da sociedade. Semana passada o Ibama promoveu, no Rio de Janeiro, seminário sobre as Matas Ciliares, a vegetação que obrigatoriamente deve existir ao longo de rios e córregos. Após quatro dias de palestras e debates foram estabelecidas uma série de propostas para a recuperação das matas ciliares do Estado do Rio de Janeiro, mas que são aplicáveis, quase sempre, à Mata Atlântica como um todo. Uma das mais interessantes e polêmicas foi a que possibilita a implantação de Sistemas Agroflorestais (SAF) sustentáveis e diversificados nas áreas de preservação permanente (APP) das margens dos rios como estratégia de restauração ambiental, no caso de áreas já devastadas. Os SAF seriam uma forma de incentivar produtores rurais e aumentar sua área de floresta e, ao mesmo tempo, diversificar a produção agrícola e florestal. Hoje, de acordo com a legislação, as APP somente podem ser utilizadas para recuperação florestal estritamente ecológica, sem nenhum tipo de aproveitamento econômico.

O seminário foi um dos frutos de uma nova visão que permeia a fértil aliança entre o Ceivap – o comitê para a integração da bacia do rio Paraíba do Sul – a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e a Fundação SOS Mata Atlântica. A parceria procura fortalecer a profunda relação existente entre águas e florestas no contexto na gestão da bacia do rio Paraíba. Mas o esforço ainda encontra algumas resistências, sobretudo quando se fala na remuneração dos serviços ambientais prestados por aqueles que possuem florestas e são, portanto, produtores de água.

A Mata Atlântica e as Montanhas são as provedoras da água que abastece as cidades. Para que essas fontes de vida não sequem é preciso aplicar mecanismos de conservação do ambiente e apoio às pessoas que vivem nessas áreas.

Fonte:www.arvore.com.br

- Postado por: Anderson Thomaz às 00h31
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- Postado por: Anderson Thomaz às 21h45
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Fundação SOS Mata Atlântica completa 18 anos de luta em defesa de uma das florestas mais ricas em espécies e também mais ameaçadas do mundo.

"Estão Tirando o Verde da Nossa Terra". Este slogan popularizou a organização não governamental " SOS Mata Atlântica " . Ela nasceu há dezoito anos e se tornou uma das maiores e mais importantes ongs do país. Foi criada pra lutar pela proteção de uma das florestas tropicais mais ricas em biodiversidade do mundo. E uma das mais ameaçadas também. Presente em dezessete estados brasileiros, a Mata Atlântica já cobriu cerca de 15% do território nacional. Hoje restam menos de 8% do bioma. Nem todos os fragmentos que sobraram guardam a exuberância da floresta original. Mas ela continua sendo fundamental para a manutenção da vida.
Entrevista com Mário Mantovani/diretor de relações institucionais da SOS Mata Atlântica - P " O que você acha que a gente deve comemorar quando se fala desses 18 anos da SOS Mata Atlântica?R: O fato de se consolidar uma organização de que vive de sócios, que é uma coisa difícil num país que não tem tradição associativista. De trazer um tema novo para a sociedade e conseguir traduzir esse tema para o dia-a-dia das pessoas. Nós conseguimos fazer com que aquilo que era intuitivo, que tava na bandeira da SOs Mata Atlântica, em 86, que dizia que estão tirando o verde da nossa terra, virasse algo que se sabe onde está. Nós conseguimos, com imagens de satélite, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, dizer claramente onde está acontecendo o problema. Qualquer alteração a partir de cinco hectares pode ser detectada".
Da extração do Pau Brasil, lá na época da Colonização, à especulação imobiliária atual... As causas do desmatamento da floresta são constantemente denunciadas pela SOS Mata Atlântica. A entidade também continua trabalhando pela aprovação da Lei da Mata Atlântica, que define a área de domínio do bioma e estabelece regras para o uso de remanescentes de acordo com o estado de conservação. Depois de 12 anos tramitando no Congresso, a lei foi aprovada pela Câmara dos Deputados. Mas ainda está parada no Senado.
Entrevista com Mário Mantovani - Diretor Relações Institucionais da ONG
" Olha, o histórico dessa lei é muito ruim para a Mata Atlântica. Mas nós temos um fato inusitado. Essa demora fez com que esse projeto fosse atualizado. Então ele ganhou muito em facilidade de entendimento, porque ele foi feito da proibição total para o uso e proteção. Ele foi atualizado com a lei dos recursos hídricos, dos crimes ambientais. Isso tudo fez com que essa lei ficasse muito mais fácil de ser aplicada".
No casarão, da zona sul da capital paulista, funciona a SOS Mata Atlântica. O apoio de empresas e a contribuição mensal dos cerca de 100 mil sócios garantem a continuidade do trabalho. E tem espaço para quem quiser colaborar.

Autor:
Reportagem de Cláudia Tavares.

TV Cultura / Repórter Eco



- Postado por: Anderson Thomaz às 21h08
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Conhecer os animais da Mata Atlântica para ajudar a preservar o bioma ameaçado.

Ilustrado com fotos e desenhos,o livro " Animais da Mata Atlântica" revela a fauna dessa floresta que já ocupou grandes áreas no litoral, serras e interior do Brasil, totalizando cerca de 15% do seu território,3 milhão de quilômetros quadrados distribuídos em 17 estados. Hoje, a Mata Atlântica está reduzida a 7,3% da extensão original, cerca de 95 mil quilômetros quadrados, e ainda abriga uma das maiores biodiversidades da Terra. Foi declarada pela UNESCO Reserva da Biosfera e Patrimônio da Humanidade. Os animais desta floresta são constantemente ameaçados devido à diminuição e fragmentação de seus hábitats naturais, à caça e ao tráfico ilegais. Em " Animais da Mata Atlântica- Patrimônio Natural do Brasil", eles estão em fotos e textos escritos por especialistas, pesquisadores e consultores, que apresentam suas principais características e curiosidades. São 32 mamíferos, 35 aves, 25 répteis, 32 anfíbios, 15 peixes, 23 insetos e 24 outros invertebrados, que habitam hoje a Mata Atlântica, muitos deles em extinção, o que é indicado no livro com a expressão espécie ameaçada em vermelho, para chamar a atenção do leitor. O livro relata ainda o histórico da ocupação da Mata Atlântica e o início da zoologia no Brasil. Em um capítulo especial, destaca lendas que nasceram na Mata Atlântica. Um dos primeiros a escrever sobre a região foi o padre José de Anchieta. Em carta a seus superiores, por volta de 1560. Agora, o lançamento do livro procurar mobilizar e sensibilizar os brasileiros para a conservação da floresta que já ocupou uma área de 1,3 milhão de quilômetros quadrados.

Autor:
Reportagem:Cláudia Tavares. Pauta:Marici Arruda. Edição de Texto: Rosani Madeira.

TV Cultura / Repórter Eco

                              



- Postado por: Anderson Thomaz às 21h04
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